Sempre ambicionei sentir o desconhecido. Gelar o coração, as mãos e até os dedos dos pés. Sempre almejei conseguir o que muitos já demonstravam ter. Todavia, como tudo que não se conhece, decepção. Se eu soubesse de tanto pesar, de tanta angústia, de tanta dor que há. Dele manteria distância, ou então, o transformaria em lembrança, em mais uma recordação de infância. E, assim, o desconhecido continuaria a ser encantador e inofensivo.
 
Kéll P.

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